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MAI
25
25 MAI 2017
Moradores reivindicam funcionamento da balsa do Itapiché
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Representantes dos usuários da balsa do Itapiché fizeram uso da palavra na reunião desta semana. Além de pedirem providências definitivas para o retorno da travessia da balsa, fizeram denúncias que serão apuradas por uma comissão de vereadores, que deve ser votada na próxima reunião. A embarcação está parada desde o dia 15 de maio e a Prefeitura alega falta de funcionários.

O senhor José Oswaldo de Lima foi o primeiro a usar a tribuna. Reclamou que, já há alguns anos, os usuários dessa embarcação vêm enfrentando problemas. Antes da paralisação atual, os moradores estavam com poucos horários para atravessar e a balsa não funcionava aos fins de semana. Ele destacou que aquele trajeto é usado para trabalhar e também mostrou-se incomodado com o fato dos responsáveis pelo serviço na prefeitura não atenderem telefones e nem comparecerem à reunião agendada para a última segunda-feira (22).

O Presidente da Câmara Juliano Alves da Silva informou aos que participaram da reunião que a balsa do Itapiché não está interditada ? como ocorre com a do Itaci ? mas foi parada pela Prefeitura para evitar interdição por parte da Marinha. O receio ocorre porque as embarcações devem funcionar com a presença de três operadores certificados e a Prefeitura argumenta que não há profissionais suficientes com o curso e certificação exigidos para prestar o serviço.

O vereador Sandro Pescador, há algumas semanas, informou a Prefeitura sobre pessoas da cidade que possuem a qualificação exigida para trabalhar nas balsas. Embora não seja o número suficiente, ele ficou inconformado por essas pessoas não terem sido contratadas para suprir parte da necessidade. ?O povo, tudo trabalhador. Não tem ninguém pedindo esmola, não tá pedindo festa, tá pedindo transporte?, disse.

O edil Paulo Marcelo Silva, o Paulão, informou que a demanda seria de oito profissionais para fazer o revezamento necessário para o funcionamento da balsa em todos os horários.

Para José Joaquim Silva, o vereador Zé Pequeno, a falta da balsa é um descaso com a região que mais contribui com o município. ?Eu brigo muito aqui com a evasão de divisa. Os bairros dali são os que mais depositam café e milho aqui, silo lá na Guaxupé enquanto que os outros bairros tudo manda pra fora sem guia. Então, eu acho que vocês merecem essa balsa?, falou.

Desde que assumiu a legislatura, a vereadora Angela Vitor também vem buscando informações sobre a situação das balsas. Ela reclama que as informações são sempre desencontradas e disse que os usuários precisam se mobilizar para terminar com esse problema. ?Então eu acho, gente, que está na hora de nós moradores, eu tô falando agora como moradora nem é como vereadora, nos unirmos mesmo. E eu me proponho a, junto com vocês, fazer o que for preciso?, disse a vereadora que é usuária dessa balsa.

O vereador Filipe Carielo lembrou que as balsas existem por conta da vinda das águas da represa de Furnas e que o município recebe mais de 500 mil reais por mês em royalties. Ele foi autor do requerimento, aprovado por unanimidade, que convoca o Diretor do Departamento de Infraestrutura e os Chefes da Seção de Transporte e da Seção de Obras Rurais e Urbanas para prestar esclarecimentos sobre o tema na próxima reunião.

 

Denúncia

O Senhor Antônio Carlos também usou a tribuna e fez duas denúncias. Ele relatou um possível caso de embriagues na condução da balsa do Itapiché, onde o condutor teria desmaiado ao volante e deixado a embarcação à deriva, assustando os passageiros. Ele ainda reclamou que a balsa sai do porto para atender a interesses particulares.

Diante dos acontecimentos, o vereador João Paulo Castro Ferreira pediu que seja formada uma comissão especial de vereadores para averiguar as denúncias e ajudar os moradores a resolver a falta desse transporte.



 



 

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