Por cinco votos contra quatro, foi rejeitado o projeto de lei nº043/2015 que abriria dotação para a Prefeitura realizar a transferência do pronto-atendimento do Hospital São Vicente de Paulo para a Unidade de Saúde Risoleta Tolentino Neves. É importante frisar que o Município não precisa ficar sem pronto-atendimento, pois há dotação para mantê-lo funcionando no Hospital, como sempre ocorreu. Considerando que o termo aditivo celebrado entre Município e Hospital São Vicente de Paulo termina na próxima sexta-feira (19), o presidente da Câmara, Juliano Alves da Silva, encaminhou ofício a todas as autoridades e pessoas delegadas a cuidar da saúde na cidade para que essas tomem conhecimento da rejeição do projeto e adotem as medidas necessárias para evitar uma possível paralisação do pronto-atendimento. A decisão da maioria dos vereadores visa proteger uma prática que ocorre há anos e que, ao ver desses edis, se mudar, trará prejuízos para os moradores (como a perda do SAMU e o enfraquecimento do único hospital da cidade). Eles acreditam que a união entre Hospital e Prefeitura é o que pode ocorrer de melhor para fortalecer a saúde carmelitana. Lembram que os gestores, tanto do Hospital, quanto da Prefeitura, são passageiros e devem fortalecer o trabalho em prol da saúde. Esses vereadores visam a proteção da Instituição Hospital São Vicente de Paulo, que foi construído com o esforço da população. Votaram contra o projeto os vereadores Antônio Marcos Esteves, João Carlos Ferreira Costa Jr., Lucas Cardoso Carielo, Wilber Pitol Moura e o presidente, Juliano Alves da Silva.